Brindes com Cereais

Desde que se soube que a Kellogg’s, a multinacional americana que invadiu a Europa com os seus cereais torrados, andava a vender produtos que, devido à sua cozedura teriam eventualmente substâncias cancerígenas, houve um decréscimo abrupto de vendas tal, que, actualmente a empresa-produtora-de-cerais-e-quiçá-de-cancros, considera agora Portugal uma região de Espanha mas na qual se fala “uma língua diferente”, porque as embalagens vendidas cá, são bilingues, estão escritas tanto em castelhano como em português. A Nestlé agradeceu e os cerais oriundos dos Alpes e arredores, começaram a dominar o mercado e já nem se vêem anúncios na televisão do capitão das Estrelitas, do cão dos Chocapic, ou do resto do zoo. Não é necessário, pois a TVI e a SIC encarregaram-se finalmente de fazer um serviço público e divulgar a notícia, e neste caso a má publicidade para a Kellogg’s, foi mesmo má porque de repente a comunidade adepta dos cerais, eu inclusive, apercebeu-se que tinha passado a última década a conviver com o tigre e o galo das caixas da malfadada Kellogg’s, e visto o perigo eminente, acho que ninguém ficou com saudades de voltar a comer aquela merda cancerígena camuflada em flocos de cereais e açúcar.
A qualidade dos cereais suíços bate sem grande dificuldade a dos americanos e apesar do domínio evidente do mercado, continua a apostar numa coisa que a Kellogg’s também apostou no início, quando se queria afirmar no mercado português, mas que deixou de fazer mal arranjou um lugar bastante folgado – os brindes. Esses valiosos extras que agora povoam tudo o que é produto incluindo jornais semanais. Estes produtos como são mais direccionados para as crianças, trazem brindes que são também eles virados para o público infantil e de quando em vez aparecem os tão aguardados brindes, por mim, de filmes, que só alguns podem encarar de carácter infantil. Como os carros do filme da Pixar, Cars. Aquilo de infantil não tem nada, porque que eu saiba para se conduzir um carro, aqui em Portugal, pelo menos, é obrigatório ter-se mais de 18 anos, e isso parece-me muito pouco infantil. Assim, tanto as crianças como os adultos, podem desfrutar de réplicas em miniatura das personagens do filme-de-animação-mais-cool-desde-o-toy-story e coleccioná-las. Obviamente que são miniaturas feitas de plástico, e são moldes que têm a sua dose de defeito, mas depois de colar os autocolantes todos, puxa-se da imaginação e consegue-se ver, não antes de se fechar os olhos, claro, assim como que muito ao fundo, alguma parecença com os personagens. É pena estarem parados, e para vê-los em acção é preciso dispor de um destes três factores:
.ver o filme
.ser criança e ter imaginação fértil
.ter anomalias ao nível do lobo frontal
Mas além das figuras do Cars, há mais brindes de filmes nos cereias Nestlé. Na altura do filme As Crónicas de Narnia, tive o privilégio de encontrar também dentro de caixas de cerais, o Sr. Tumnus personagem bem interessante do referido filme. Para quem não viu o filme, felicito-o, porque há coisas muito mais interessantes que se podem fazer em duas horas, e o gajo no filme, é congelado e acho que outros personagens também são. Assim, também os bonecos-brinde podem ser postos no congelador e têm uma propriedade bastante curiosa que é a de mudarem de cor, quando permanecem muito tempo no frio – tal e qual o filme. Congelam-se e depois tiram-se do congelador, vêem congelados e espera-se que fiquem normais – tal e qual o filme. É um bocado como ter um cão mas ao invés de o ir passear na relva, leva-se o Sr. Tumnus a viajar até ao exterior da arca frigorífica e espera-se que volte ao seu estado normal, depois coloca-se novamente o gajo lá dentro para ficar escuro outra vez – tal e qual o filme.
Também a BALA, qualquer dia assina contrato com a Nestlé para a distribuição de personagens feitas em plástico nas caixas. Imagine-se o que é ter a figura do ISAAC em miniatura junto da figura do Sid Sidónio do Silent Night. Depois até podiam ficar a fumar cigarros e a conversar durante a noite de como foi divertido trabalhar com a BALA e como é ser estrela de produções independentes.
p.s. – deixo aqui juntamente com o já extenso post, uma imagem que encontrei lá para os lados da world wide web, ou terá sido no meu computador?, e me pareceu bastante interessante do ponto de vista da bizarria lúdica (a ver se encontram alguma relação entre o post e a imagem).
A qualidade dos cereais suíços bate sem grande dificuldade a dos americanos e apesar do domínio evidente do mercado, continua a apostar numa coisa que a Kellogg’s também apostou no início, quando se queria afirmar no mercado português, mas que deixou de fazer mal arranjou um lugar bastante folgado – os brindes. Esses valiosos extras que agora povoam tudo o que é produto incluindo jornais semanais. Estes produtos como são mais direccionados para as crianças, trazem brindes que são também eles virados para o público infantil e de quando em vez aparecem os tão aguardados brindes, por mim, de filmes, que só alguns podem encarar de carácter infantil. Como os carros do filme da Pixar, Cars. Aquilo de infantil não tem nada, porque que eu saiba para se conduzir um carro, aqui em Portugal, pelo menos, é obrigatório ter-se mais de 18 anos, e isso parece-me muito pouco infantil. Assim, tanto as crianças como os adultos, podem desfrutar de réplicas em miniatura das personagens do filme-de-animação-mais-cool-desde-o-toy-story e coleccioná-las. Obviamente que são miniaturas feitas de plástico, e são moldes que têm a sua dose de defeito, mas depois de colar os autocolantes todos, puxa-se da imaginação e consegue-se ver, não antes de se fechar os olhos, claro, assim como que muito ao fundo, alguma parecença com os personagens. É pena estarem parados, e para vê-los em acção é preciso dispor de um destes três factores:
.ver o filme
.ser criança e ter imaginação fértil
.ter anomalias ao nível do lobo frontal
Mas além das figuras do Cars, há mais brindes de filmes nos cereias Nestlé. Na altura do filme As Crónicas de Narnia, tive o privilégio de encontrar também dentro de caixas de cerais, o Sr. Tumnus personagem bem interessante do referido filme. Para quem não viu o filme, felicito-o, porque há coisas muito mais interessantes que se podem fazer em duas horas, e o gajo no filme, é congelado e acho que outros personagens também são. Assim, também os bonecos-brinde podem ser postos no congelador e têm uma propriedade bastante curiosa que é a de mudarem de cor, quando permanecem muito tempo no frio – tal e qual o filme. Congelam-se e depois tiram-se do congelador, vêem congelados e espera-se que fiquem normais – tal e qual o filme. É um bocado como ter um cão mas ao invés de o ir passear na relva, leva-se o Sr. Tumnus a viajar até ao exterior da arca frigorífica e espera-se que volte ao seu estado normal, depois coloca-se novamente o gajo lá dentro para ficar escuro outra vez – tal e qual o filme.
Também a BALA, qualquer dia assina contrato com a Nestlé para a distribuição de personagens feitas em plástico nas caixas. Imagine-se o que é ter a figura do ISAAC em miniatura junto da figura do Sid Sidónio do Silent Night. Depois até podiam ficar a fumar cigarros e a conversar durante a noite de como foi divertido trabalhar com a BALA e como é ser estrela de produções independentes.
p.s. – deixo aqui juntamente com o já extenso post, uma imagem que encontrei lá para os lados da world wide web, ou terá sido no meu computador?, e me pareceu bastante interessante do ponto de vista da bizarria lúdica (a ver se encontram alguma relação entre o post e a imagem).